“The problem is not that economists are unreasonable people, it’s that they’re evil people. They work in a different moral universe"
-- Paul Bloom, professor de psicologia em Yale, no NYT
"In the universe there is never and nowhere stability and immobility. Change and transformation are essential features of life. Each state of affairs is transient; each age is an age of transition. In human life there is never calm and repose. Life is a process, not a perseverance in a status quo" -- Ludwig von Mises
“The problem is not that economists are unreasonable people, it’s that they’re evil people. They work in a different moral universe"
"O sistema neoliberal está podre. A economia de casino dos off-shores e das roubalheiras só trouxe desastres e escândalos. É preciso mudá-la."

Abro o frigorífico e descubro que tenho um resto de parmesão ralado que passou já um dia do seu prazo de validade. Sinto a pulsação a subir de imediato e as extremidades do corpo a tremer descontroladamente. Corro para o lava-louça, desorientado, deitando o pouco que restava do nobre queijo pelo cano abaixo o mais rapidamente possível. Corto a zona onde podia ser vista a data e engulo-a sem hesitação. Visto um casaco à pressa, calço-me e vou rapidamente deitar o que resta do pequeno plástico no ecoponto, para não levantar suspeitas caso alguém dê por falta de uma embalagem de plástico que desapareceu de minha casa sem explicação. Só espero que a ASAE não tenha reparado em nada disto. Se eu desaparecer de súbito, já sabem o que me aconteceu.
Einstein’s famous tenet of special relativity — that time slows down on a moving clock — has been verified 10 times more precisely than ever before. The result comes from physicists in Germany and Canada, who have timed the “ticking” of lithium ions as they hurtle around a ring at a fraction of the speed of light.
"I have been primarily interested in how and why ordinary people do unusual things, things that seem alien to their natures. Why do good people sometimes act evil? Why do smart people sometimes do dumb or irrational things?" --Philip Zimbardo
Like eminent social psychologist Professor Philip Zimbardo, I'm also obsessed with why we do dumb or irrational things. The answer quite often is because of other people - something social psychologists have comprehensively shown.
Over the past few months I've been describing 10 of the most influential social psychology studies. Each one tells a unique, insightful story relevant to all our lives, every day.
But, the question is which one has the most to teach us about human nature? Which one gives us the most piercing insight into how our thoughts and actions are affected by other people?
U.S. Army Sgt. Tierney Nowland teaches the Macarena to an Iraqi army soldier from 2nd Battalion, 1st Brigade during a break from a cordon and search mission in Ameriyah, Iraq, May 16, 2007. Nowland is a combat cameraman with the 982nd Signal Company out of Wilson, N.C.
A cerca de uma hora do encerramento dos trabalhos da XVII Cimeira Ibero-Americana, em Santiago do Chile, o ambiente tornou-se muito tenso, com o Rei de Espanha, Juan Carlos de Borbón, a mandar calar o presidente da Venezuela, Hugo Chávez. A cena passou-se depois de mais uma intervenção acesa de Chávez, que já no dia anterior tinha chamado "fascista" a José María Aznar, antigo presidente do governo espanhol. Ontem foi mesmo mais longe ao revelar conversas privadas com Aznar em que este, alegadamente, teria sido menos respeitoso para com os países mais pobres.
O presidente da Nicarágua, Daniel Ortega, estava no uso da palavra com ataques a empresas espanholas (visava em particular a Unión Fenosa), mas Chávez continuava a enviar alfinetadas em voz baixa. José Luís Rodriguez Zapatero decide falar e começar a defender o seu antecessor, coisa que não tinha feito no dia anterior. É então que o rei, sem meias-medidas, se chegou à frente na cadeira para que o vissem bem, olha para Chávez, estende a mão e solta: "Por qué no te callas?" Traduzido à letra, "por que não te calas?"
Na conferência de imprensa conjunta, perto do final da XVII Cimeira Ibero-Americana de chefes de Estado e de Governo, Cavaco Silva e José Sócrates foram questionados sobre as diferenças políticas na América Latina e o discurso polémico do presidente da Venezuela, que criticou os EUA, o presidente brasileiro Lula da Silva e chamou "fascista" a José Maria Aznar.
«Nós não queremos uniformidade política, temos interesses comuns, temos uma história comum, isso não significa que pensemos todos da mesma forma, não pensamos, logicamente», disse o primeiro-ministro. «Mas também não temos a arrogância de achar que nós pensamos melhor que os outros, ouvimos os outros com respeito tal como os outros nos ouvem com respeito», precisou.
Referindo-se concretamente a Hugo Chávez, Sócrates sublinhou que a Venezuela «é um país amigo» e que «Portugal respeita os chefes de Estado dos países amigos, e respeita-os sempre que são eleitos em eleições livres e justas».
Por seu lado, Cavaco Silva lembrou que participou na primeira Cimeira Ibero-Americana, em 1991, e considera que existiu «uma evolução positiva», quer em termos económicos, quer políticos. «A democracia, apesar de tudo, está hoje mais espalhada pela América Latina mas reconheço que existem algumas diferenças na interpretação da liberdade e da democracia», admitiu.
"The Christian... imagines the better future of the human species... in the image of heavenly joy... We, on the other hand, will have this heaven on earth."
Desde os filósofos pré-socráticos até ao presente, a civilização ocidental tem sido virtualmente motivada pela confiança axiomática depositada no progresso científico. Podem ter existido erros (a cosmografia de Ptolomeu), momentos de regressão e de frustração, mas o movimento impulsionador da descoberta e do conhecimento científicos parece ter definido o da própria razão. A relação do pensamento humano com os avanços científicos foi fundamental para a antropologia, para os modelos da história humana implícitos em Galileu e Descartes. Foi fundamental para o estabelecimento da modernidade, do positivismo e do conceito de verdade nos trabalhos de Newton, de Darwin e dos seus sucessores. Por sua vez, as teorias científicas subscreveram a evolução constante da tecnologia na qual as sociedades ocidentais alicerçaram o seu poder. Tal como Bacon e Leibniz pregaram, as portas do progresso científico teórico e aplicado estiveram sempre abertas, definindo o horizonte do amanhã.
Será que continua a ser assim? Estarão agora à vista certos limites, certas barreiras às nossas expectativas? A possibilidade de a Teoria das Cordas não poder ser verificada nem falseada implica uma crise ontológica no seio do próprio conceito de ciência. Há motivos intrínsecos que nos levam a acreditar que a cosmologia e a correspondente exploração do microcosmos são as suas fronteiras. Não há nenhum instrumento de observação por mais sofisticado que seja que nos permita prosseguir para lá das «paredes douradas» externas ou internas do nosso possível universo local. O conhecimento da consciência tem-se mostrado radicalmente evasivo. Pode muito bem acontecer que as analogias computacionais constituam um beco sem saída. A incompletude e a indeterminação, exemplificadas pelas obras de Gödel e de Heisenberg, são «muros» contra as quais a razão embate em vão. A acentuada diminuição do número de estudantes inscritos em cursos de ciências «duras» no Ocidente é sintomática. Tal como o são as novas ondas de racionalismo, irracionalidade, fundamentalismo e superstição que actualmente se abatem sobre nós.
Para Ubaldo Ribeiro, a transferência do acervo para as universidades norte-americanas que o queiram receber, como Harvard, "seria uma perda lamentável para a história literária brasileira e um desrespeito para com o maior escritor brasileiro".