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Sunday, August 13, 2006

Créditos: Adobe® Photoshop® CS2




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Adenda: Comentário no blogue de Johan Norberg.

Recomendações

As esquerdas anti-semitas (Vasco Graça Moura)

A génese do holocausto e A balança da liberdade (Mário Chainho) [a propósito deste último texto, consultar a versão em cartoon da obra The Road to Serfdom de F.A. Hayek]

Fidelíssimos e Os antigos radicais (Fernando da Cruz Gabriel)

Os vários episódios da série Free to Choose de Milton Friedman (via Greg Mankiw) e um vídeo dos anos 40 sobre as diferenças entre o capitalismo e o comunismo (via The Austrian Economists)

Impacto económico das nossas insuficiências educativas (João César das Neves) e La sociedad de deseño no funciona (Jorge Valín), sobre educação.

Os artigos de Paul Belien no The Brussels Journal sobre as tentativas de amordaçar a liberdade de imprensa e ilegalizar o ensino à distância por parte do Estado belga.

Saturday, August 12, 2006

Walid Shoebat e Zachariah Anani

Vários vídeos com Walid Shoebat e Zachariah Anani (ex-terroristas da OLP e [correcção: Fatah] milícias islâmicas libanesas, respectivamente) a ver na totalidade, embora algumas declarações e informações sejam repetidas. Os primeiros são descrições sobre o funcionamento interno das organizações terroristas a que pertenceram, as suas experiências pessoais e as dificuldades trazidas pelas suas apostasias. Os últimos, entrevistas na CNN e na Fox News sobre o conflito entre Israel e o Hezbollah.



[Actualização: N'O Insurgente, um vídeo com uma entrevista simultânea a Walid Shoebat, Zachariah Anani e Ibrahim Abdullah (ex-Fatah) que resume muito bem a maioria da informação presente nos restantes vídeos]













Friday, August 11, 2006

Confusões perigosas

Uma discussão política ou económica com um opositor declarado das ideias liberais acaba quase sempre com um assunto relacionado com os EUA em cima da mesa, seja sobre a visão da política externa americana ou uma qualquer prática corrente a nível interno. Isto acontece porque muita gente confunde os EUA com liberalismo e/ou capitalismo, o que, para além de absolutamente errado, é muito perigoso. Não só os Estados americanos (locais e federal) e a linha política seguida pelo seu governo não devem ser considerados liberais no sentido avançado pelo liberalismo clássico, como o liberalismo não pode - nem deve - servir como ideologia/filosofia justificativa para qualquer que seja a acção tomada pelo governo americano, flexibilizando-se à medida dos caprichos do Congresso, do presidente ou dos secretários de Estado.

É por isso evasivo e irrelevante, para uma discussão honesta, atacar os argumentos de alguém utilizando como forma de contestação qualquer prática promulgada pelo governo americano, independentemente da área legal, e que seja supostamente reveladora de uma contradição ou incoerência. Para que isso fosse possível, os proponentes de um regime (mais) liberal teriam de permanecer totalmente acríticos face à atitude governamental americana, o que geralmente não é verdade. O oposto seria horrivelmente insalubre.

Quem confunde estes dois aspectos sofre de uma síndrome própria de "Guerra Fria retrospectiva", em que o mundo é a preto e branco, e apenas se pode escolher um país para apoiar entusiasticamente, sem contestação, não sendo permitido sequer o mínimo de espaço para o designar de "mal menor" ou propor dissidências de opinião. Ao contrário de Estados publicamente reconhecidos como socialistas/comunistas, tanto pelos seus dirigentes como pelos seguidores da religião, não existem Estados liberais que sugiram um modelo inquestionável a seguir. E isto sucede porque, para o que talvez perfaz a maioria, nenhum Estado existente na actualidade é, por definição, totalmente liberal (como em governo limitado ou estado mínimo) ou é reconhecido como tal. A incidência do liberalismo sobre a política é presentemente sentida mais como uma questão quantitativa do que propriamente qualitativa, e assim se podem classificar Estados mais liberais e outros menos liberais, consoante o grau de liberdade que concedam aos seus habitantes. Para desespero dos mais necessitados de um manual de instruções, o liberalismo é algo que não apresenta um tomo sagrado que seguir de acordo com regras ortodoxas, nem os próprios liberais com frequência se entendem mutuamente sobre quais devem ser os limites impostos. Em contraposição ao outro extremo do espectro político, não se daria qualquer purga ideológica, por razões mais que evidentes.

Não existem necessariamente modelos para uma sociedade liberal. E isto não é um erro de arquitectura. O modelo das sociedades mais liberais é propositadamente emergente da ausência total ou presença muito mitigada de planeamento centralizado, uma vez que se reconhece, deontológica ou consequencialmente, que este planeamento ou é sempre mau ou, na maior parte das vezes, causa mais estragos do que os já naturalmente verificados, descontando o efeito negativo que a própria intromissão estatal possui. A melhor prova experimental deste facto é o reconhecimento feito pelos socialistas mais realistas (os sociais-democratas) de que o formato político mais socialmente eficiente e menos humanamente desastroso encontrado é a democracia liberal, por contraste à economia planeada e à legitimidade estatal para negar os direitos civis dos indivíduos consoante o rumo da conjuntura política.

Thursday, August 10, 2006

Paradoxo da semana

Um negro naturalizado, cuja língua materna é tudo menos lusófona ou galaica, está a pôr os patriotas portugueses absolutamente extáticos pelo facto de competir com um fato verde-rubro e pegar numa bandeira das quinas no final das suas vitórias. Moral da história: só se é nacionalista anti-estrangeiro e defensor da pureza da raça quando dá jeito ou não se ganham medalhas de ouro.

A GB é território ocupado



As restrições de segurança ainda se mantêm mas parece que os freedom fighters do dia não foram bem sucedidos.

Então e a proporcionalidade?

Em Cuba não há liberdade de imprensa. Não podem ser feitas emissões de canais adversos ao regime.
Em Cuba não há liberdade de imprensa. Não podem ser feitas emissões de canais adversos ao regime.

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Os americanos querem invadir Cuba! Todos solidários em nome da soberania do povo cubano!
Os americanos querem invadir Cuba! Todos solidários em nome da soberania do povo cubano!

Wednesday, August 09, 2006

Self-loathing

O mundo está cheio de perigosos islamófobos racistas. Eles andem aí.

Como criar uma ditadura

O poder é algo de verdadeiramente fascinante, especialmente quando se doutrinam educam os eleitores indefinidamente e se vai acomodando a lei para permitir os tais 25 anos de poder:

El régimen chavista está formando “brigadas revolucionarias infantiles”, y el plan se inscribe dentro del proceso de reforma a la educación en Venezuela. El propio Aristóbulo Istúriz, ministro de Educación declaraba el 28 de julio: “Sí estoy politizando la educación, y que?”.

En el marco del III Congreso Pedagógico Nacional, el funcionario declaraba ante miles de educadores que “para cambiar el actual modelo de educación es necesario tener un piso ideológico y político, pues sin política no hay pedagogía y sin ellas no hay educación”.

El Proyecto Nacional de Educación, alentado por Chávez y ejecutado por Istúriz, pretende adoctrinar a las nuevas generaciones sobre la revolución bolivariana, sobre la fórmula de unificar a Sudamérica como un bloque comunista que luche contra el “imperialismo”.
“Ustedes son adoctrinadores del proceso revolucionario (…) Nosotros tenemos que inculcar nuestra doctrina comunista desde las escuelas, hablarles sin temores a nuestros muchachos de socialismo, igualdad y justicia, con los principios que Bolívar nos dejó como herencia”, declaró el funcionario en esa ocasión.

Aristóbulo Istúriz ha venido presidiendo actos con niños y adolescentes escolares disfrazados de rojo, o bien con trajes militares y la mítica boina colorada que acostumbra el teniente coronel Chávez. Algunos de ellos recitan de memoria discursos con vergonzosas expresiones de culto a la personalidad del presidente.

Alerta. Aníbal Romero, profesor de ciencia política de la Universidad Simón Bolívar denuncia que el ministro de Educación, otrora guerrillero urbano con varios secuestros en su haber, “está a la cabeza de un proyecto de control político y adoctrinamiento ideológico que incluye el más amplio y costoso convenio internacional que en torno al tema educativo haya concretado jamás un gobierno venezolano”.

(...)

El ministerio de Educación venezolano ya está promocionando un masivo concurso escolar destinado a promover la admiración de los jóvenes por la figura del Che Guevara. Una enciclopedia escolar para la escuela primaria, distribuida por el gobierno exalta al terrorista venezolano conocido como Carlos, “el Chacal”, así como los esfuerzos de Chávez para liberarle de su prisión en Francia y extraditarle a Venezuela.

Hay otros esfuerzos abiertos, en los que los maestros “revolucionarios” solicitan a los niños que ejecuten como tarea censos en sus vecindarios, dirigidos a averiguar las simpatías políticas de las personas.

Todavía el gobierno de Chávez no ha convertido en leyes sus planes de control y adoctrinamiento educativos, pero el proyecto de “cambio” avanza de forma gradual.
Motivos. El ministro propone un sistema educativo basado en la teoría pedagógica: “El Estado es quien debe formar ciudadanos de acuerdo con su teoría política, de acuerdo a su visión de República”.

“Istúriz se está divorciando de la Constitución que aprobó años atrás, porque pretende que se implante como oficial una ideología política en nuestro sistema educativo”, agrega.

La Constitución establece la prohibición implícita de que la educación se convierta en canal de difusión privilegiada de cualquier doctrina o ideología, de cualquier “ismo”. En el artículo 102 se recalca, en cambio, que ella debe estar “fundamentada en el respeto a todas las corrientes del pensamiento”.

El argumento de los detractores de este giro radical al sistema educativo venezolano advierten que la construcción del Socialismo del Siglo XXI avanza en Venezuela hacia el abismo al que se han dirigido todos los socialismos, y para tener una mayoría de siervos voluntarios que parados ante el abismo, den un paso al frente al grito de ¡ordene comandante! requiere un control completo y eficiente del sistema educativo como herramienta de ideologización socialista.

Monday, August 07, 2006

Idiotice útil

Depois da saga do "massacre" de Qana (2006) que viu subitamente as suas vítimas mortais reduzidas para metade, do "massacre hediondo" de ontem em Beirute, que tinha feito 40 vítimas civis mas hoje só tem apenas 1, e da quantidade escandalosa de fotos adulteradas que a Reuters tem estado a publicar na imprensa internacional, temos sempre as magníficas declarações públicas dessa figura que incorpora o espírito mais idiotarian que existe no Ocidente: George Galloway, o líder do partido britânico Respect.




Os pontos altos do discurso - para além das já tradicionais referências ao Iraque e outros países islâmicos - são:

"Porque todos nós temos o dever de dizer a verdade"

(...)

"O Hezbollah não é, nem alguma vez foi, uma organização terrorista!" (...)

(ovação e gritos frequentes de
Allah Akhbar! [Alá é grande])

"Por fim, digo apenas isto, Hassan Nasrallah [líder do Hezbollah] é o verdadeiro líder do povo árabe! Marwan Barghouti [ex-líder das brigadas mártires de Al-Aqsa, preso perpetuamente em Israel] é o verdadeiro líder do povo árabe! O presidente Nasser [antigo presidente egípcio, ícone do mundo árabe] é o verdadeiro líder do povo árabe! Hugo Chávez e Fidel Castro são os verdadeiros líderes do povo árabe! Vitória à Intifada! Viva a Resistência!
Assalaam Alaikum [a "paz" esteja convosco]"

Para ver outras fotos do protesto em Londres a favor do cessar-fogo incondicional, ver mais informação aqui.

O melhor local do momento para aceder a todas as declarações absolutamente inacreditáveis e outros acontecimentos, como a análise das fotos forjadas, que, por alguma razão suspeita*, não são veiculadas em fontes de informação portuguesas: Little Green Footballs.

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*A informação é de extrema importância; se os meios de comunicação deixam as pessoas propositadamente na ignorância ou as induzem em erro, entram em conflito com as regras definidas pelo seu código deontológico.

Perfect timing

The Noneconomic Objections to Capitalism, extraído da obra The Anti-Capitalistic Mentality de Ludwig von Mises

1. The Argument of Happiness
2. Materialism
3. Injustice
4. The "Bourgeois Prejudice" for Liberty
5. Liberty and Western Civilization

Silly season chega à Física

Físico italiano do início do século 20 esteve «morto» e «vivo» ao mesmo tempo

Para chegar a tal conclusão, o autor do artigo (que certamente não tinha nada de maior utilidade em que gastar os fundos concedidos) sugere que Ettore Majorana, o físico italiano a que se refere a notícia, terá produzido o seu próprio desaparecimento no que seria um teste aos "paradoxos" da mecânica quântica. Explica o artigo da Ciência Hoje:

«O físico teórico Oleg Zaslavskii, da Karazin Kharkiv National University da Ucrânia, sugere agora que esta ambiguidade à volta do seu destino poderá na realidade ser parte de uma ilusão magicada por Majorana para demonstrar a sobreposição quântica. Este paradoxo em que uma partícula pode simultaneamente existir em dois estados quânticos mutuamente exclusivos é exemplificado pelo gato de Schrödinger uma experiência dura em que o gato pode estar vivo e morto ao mesmo tempo.»

O problema está em que Majorana não é uma partícula (nem uma onda de comprimento relevante, ver princípio de De Broglie) e a gedankenexperiment de Schrödinger servia precisamente para demonstrar o absurdo que eram os princípios da mecânica quântica quando aplicados ao nível macroscópico em que a física válida era a newtoniana/einsteiniana, transformando uma previsão científica válida num aparente paradoxo. O gato de Schrodinger estaria simultaneamente morto e vivo - a sobreposição de estados - devido a uma substância radioactiva que tinha 50% de hipóteses de decair, accionando um mecanismo de envenenamento letal do gato.


Esta questão levou a um dos mais intensos debates filosóficos sobre a ciência, ao longo do século XX, com o objectivo de compreender a física quântica, que incluiria temas como o paradoxo EPR, o determinismo (Einstein) vs. a interpretação de Copenhaga (Niels Bohr), as variáveis escondidas, as mais metafísicas e esotéricas propostas da existência de universos paralelos ou multiversos, em que cada um veria diferentes resultados da experiência, e as ainda mais místicas explicações sobre a ligação entre a mente do observador e a interpretação da experiência em si, etc. Tais problemas continuam a ser contestados até à data, não tendo sido esclarecidos nem mesmo com a famosa experiência proposta por John Bell e realizada, nos anos 80, pelo físico francês Alain Aspect, ou outras versões mais contemporâneas. O assunto continua a ser controverso, assim como as desigualdades de Bell e as experiências para as testar, que continuam a ser objecto de forte crítica por falhas sistemáticas que até agora não foram resolvidas, assim como a validade duvidosa do uso de princípios de mecânica quântica quando aplicados à teoria de gravitação.

O que tem tudo isto a ver com Majorana? Aparentemente, Majorana tentou suicidar-se e sobreviver ao mesmo tempo. A menos que o ucraniano Oleg Zaslavskii, autor do artigo em questão, consiga provar que existem universos paralelos ou fornecer qualquer outra explicação científica plausível e falsificável, não se compreende muito bem a razão de tal sensacionalismo jornalístico exposto nos títulos da notícia nem da importância científica (não-histórica) do artigo propriamente dito. É que Majorana pode realmente ter desaparecido devido a uma experiência que realizou para testar "paradoxos" da mecânica quântica mas o facto de não ter voltado para a contar parece revelar que afinal não havia paradoxo algum e o resultado da sua pequena tentativa de suicídio foi apenas um.


Notas:

1. Notícia sobre o mesmo artigo apareceu na New Scientist. Isto é bastante estimulante porque se se quiser propor uma nova teoria vista como heterodoxa é muito difícil encontrar quem publique, devido ao intenso peer review (que não é o caso da New Scientist) ou simplesmente porque parece demasiado arriscado publicar tal coisa. No entanto, se for um artigo, por mais absurdas ou irrelevantes que sejam as conclusões científicas, mas com base na teoria consensual, as facilidades aumentam em grande escala.

2. Claro que segundo a teoria da mecânica quântica existe até uma probabilidade de que Ettore Majorana se tenha dissolvido e aparecido num planeta de outra galáxia. No entanto, como devem imaginar, a probabilidade teórica de tal acontecer é suficientemente próxima de zero para que possamos dormir descansados.

3. O artigo publicado no arXiv (17 páginas) pode ser lido aqui gratuitamente. Nada de fórmulas matemáticas. Também a ler o comentário de Andrew Jaffe e leitores respectivos.

4. Não tem a ver com o tema principal mas passou há dias na 2: um documentário sobre Einstein e a teoria da relatividade, que pretendia ser uma introdução elementar, direccionada a estudantes adolescentes, sobre a relatividade restrita, os seus conceitos e a importância do trabalho de Einstein para o conhecimento actual da física moderna, especialmente nos ramos de física gravitacional. Qual é a relevância de apontar isto? Esse dia foi sexta-feira. Uma sexta-feira do mês de Agosto. E o documentário começou às 3 da manhã. A menos que esteja na esperança de que haja uma terceira chamada para o exame de Física do 12º ano, e uma vez que os interessados têm acesso a coisas de melhor qualidade, poucas chances há de que algum dos elementos do público-alvo estivesse a ver o dito documentário. Ou será que nem existia um público-alvo e esta transmissão e outras semelhantes servem apenas para que o MCTES possa reclamar, em acções futuras, um trabalho magnífico em prol do conhecimento entre as camadas jovens?

5. Quem seguiu alguma das ligações usadas na parte anterior reparará como é cada vez mais difícil viver sem a Wikipédia.

Saturday, August 05, 2006

O verdadeiro terrorismo de Estado

Children of the Secret State é um documentário produzido em 2000 para o Discovery Channel onde podem ser vistos alguns dos contrastes entre as zonas norte-coreanas nas quais os turistas estrangeiros (jornalistas não são autorizados) podem circular "livremente" e aquelas cujo acesso lhes é bloqueado. São também mostrados os verdadeiros fins dos auxílios alimentares que são fornecidos à Coreia do Norte, relatos de tortura, execução, fuga e canibalismo desesperado, assim como de produção de ópio para venda nos mercados internacionais, tendo como principal objectivo a manutenção do status quo das elites do regime. No vídeo podem ser ouvidos comentários de um representante da organização humanitária Action Against Hunger, que retirou as suas ajudas à população (ou melhor, ao partido) e a diferença apresentada pelos refugiados que conseguiram recomeçar as suas vidas na comparativamente capitalista Coreia do Sul ou mesmo na fronteira chinesa.




(Agradecimento à Elise pela ligação)

Friday, August 04, 2006

The truth is out there (reposição)

Uma refutação do socialismo através dos factos. Aqueles mesmos factos que o mundo já aceitou na prática (incluindo a China e a Rússia) mas continua a combater ideologicamente. Um artigo excelente para guardar e mostrar aos amiguinhos marxistas, especialmente aos que procuram erradicar a pobreza.

The Wealth of Generations: Capitalism and the Belief in the Future de Johan Norberg:
What happened was that the proletarians became middle class, and the middle class began to live like the upper class. And the most liberal country, England, led the way. According to the trends of mankind until then, it would take 2 000 years to double the average income. In the mid-19th century, the British did it in 30 years. When Marx died in 1883, the average Englishman was three times richer than he was when Marx was born in 1818.

(...)

Another reason for this happiness is that a liberal and market-oriented society allows people freedom to choose. If we get used to it we will get increasingly better at choosing to live and work in ways we like. And if you don’t think you get happier by hard work and mobility, just skip it. A survey showed that 48 percent of Americans had, in the last five years, reduced their working hours, declined promotion, lowered their material expectations or moved to a quieter place. Fast-food or slow-food, no logo or pro logo? In a liberal society, you decide. That is, as long as we are free to make the decisions ourselves. Those who use happiness studies to put forth an anti-market agenda would deny us that freedom. They would tell us how to live our lives, and therefore they would reduce our ability to make such decisions in the future.

[Outubro de 2005]

Tigre celta


The luck of the Irish, The Economist, Oct 14th 2004

The Celtic Tiger, Benjamin Powell (Tech Central Station), 10 Sep 2002

Markets Created a Pot of Gold in Ireland, Benjamin Powell (Cato Institute), April 21, 2003

How Ireland Became the Celtic Tiger, Sean Dorgan (Heritage Foundation), June 23, 2006