
Sir Isaac Newton, em 1643.

"In the universe there is never and nowhere stability and immobility. Change and transformation are essential features of life. Each state of affairs is transient; each age is an age of transition. In human life there is never calm and repose. Life is a process, not a perseverance in a status quo" -- Ludwig von Mises
[Referindo-se ao plágio académico]
"Temos, de facto, um ambiente permissivo e favorável à cópia. São as tais variantes de contexto que influenciam depois outros alunos. Isto é quase como fugir aos impostos."
O estudante A copia o estudante B, sem o seu consentimento, roubando a propriedade de B (o produto do seu trabalho).
O estudante B coloca o braço por cima da folha do seu exame para que A não possa copiar.

"It is tempting for historians of science to make generalizations, as the title of this book – Stalin's Great Science – suggests. But where this particular book works best is in describing the adventures of individual physicists who laboured under the Soviet regime. Through a series of biographical sketches and amusing anecdotes, Alexei Kojevnikov, a historian at the University of Athens in the US, has produced a colourful portrayal of physics in the former Soviet Union."Movido em parte pela curiosidade, em parte pelo espanto relativo ao título - "Stalin's Great Science" - tentei procurar mais informação sobre o mencionado livro. Nas palavras da editora:
"In the process of making sense of the achievements of Soviet science, the book dismantles standard assumptions about the interaction between science, politics, and ideology, as well as many dominant stereotypes — mostly inherited from the Cold War — about Soviet history in general."Acabei por encontrar a versão completa da crítica (Gennady Gorelik) que foi anunciada na PhysicsWeb. A certa altura, o texto confirma as minhas suspeitas:
«The key aim of the book is to challenge what the author calls “one of the main postulates of post-war liberalism”, namely that science can only function properly in a political democracy. Kojevnikov wants to show that this is not true, using Soviet physics as a counter-example. Moreover, he tries to prove that Soviet ideology helped to bring about some novel physical ideas. Indeed, Soviet ideology was somehow responsible for the most influential Russian contribution to the history of science: Boris Hessen’s 1931 paper “The social and economic roots of Newton’s Principia”, which revealed new – external – dimensions to science as a social being.»
(...)
«In Kojevnikov’s view, Friedmann’s proto Big Bang cosmology was inspired by the “big bang” of the 1917 Soviet revolution.
(...)
Where Kojevnikov is “sufficiently confident” is that the physics of collective phenomena – from phonons to superfluidity – is indebted to “Soviet and, more generally, socialist thought”.
(...)
One indisputable advantage of a Stalinist regime – such as we have in North Korea today – is that it can spend money on any high-priority issue (including physics) without any debate or cost–benefit analysis, regardless of the population’s needs.»










Since the 1970s, most families have experienced a rapid growth in their income and wealth
(...)
* In 1967, only one in 25 families earned an income of $100,000 or more in real income; today, one in six do.
* The percentage of families with an income of more than $75,000 a year has tripled from 9 to 27 percent.
* The percentage of families with real incomes between $5,000 and $50,000 has been falling as more families move into higher income categories -- the figure has dropped by 19 percent since 1967.
This shows that upward mobility is the rule, not the exception, in America today, says Moore and Lincoln; therefore, the middle class is not shrinking, as previously thought, but is getting richer:
* In 1967, the middle-class income range was between $28,000 and $39,500 a year, now that range is between $38,000 and $59,000 a year.
* The upper-middle class is also richer; today, those falling within the 60th to 80th percentile in family income have an income range of between $55,000 and $88,000 a year, which is about $24,000 a year higher than 1967.
* In 2004, the total net worth of Americans rose to $50 trillion and the median household income was estimated at $105,000; that's nearly double the median family-wealth level of 1983 and triple the level in 1962.
"El mercado lo componen personas, no es una entidad superior al hombre ni una deidad. El liberalismo no es como el marxismo u otras formas de pensamiento colectivistas enfocados a fines teleológicos y superiores como dogma. El liberalismo estudia las actividades terrenales del hombre, no pretende doblegar su moral, su comportamiento ni voluntad."
"Juan de Mariana (1536-1624), padre jesuíta espanhol, foi um percursor do liberalismo clássico e, até mesmo, do pensamento «libertarian» norte-americano.
(...)
Juan de Mariana foi um liberal e um percursor dos clássicos e é, também, entre outros, um excelente exemplo para contrariar os fanatismos obscurantistas que pretendem reduzir a instituição que é a Igreja Católica, a sua História e os homens que a fizeram, nas perseguições da Inquisição."
«O pequeno país foi reduzido na actualidade à sua capital, Mirandopolis, porque na estrita aplicação do dogma liberal de redução drástica das despesas do Estado, a Defesa foi entregue em outsourcing à empresa que ofereceu a proposta mais barata, neste caso, à "Bing Bong Chopa Xique, Inc." uma empresa de mercenários burkina fasiana que substitui as forças armadas do Blasfemistão por duas cabras vestidas com caqui verde e uma batata doce. Em consequência desta "desmilitarização liberal", os países vizinhos aproveitaram e ocuparam todas as provincias do Blasfemistão com excepção da capital.»
"Porque 9/10 dos cidadãos estão no desemprego e têm como principal ocupação... Viver do lixo produzido pelo 1/10 restantes..."
"No Blasfemistão existem apenas quatro empresas multinacionais. Todas as empresas locais faliram à muito tempo, deixando 98% da população no desemprego."Não é explicado o motivo devido ao qual existem apenas 4 empresas multinacionais. Se existe um desemprego tão elevado (agora já é de 98%, presumo que durante este tempo aumentou em 8%) e o país é liberal - o que significa que o Estado, se existir, impõe poucas restrições à presença de empresas estrangeiras - o Blafemistão seria um local ideal para investir, tendo em conta que tanta gente estaria necessitada de um emprego. oGrunho não explica, igualmente, a razão pela qual todas as empresas locais foram à falência. Com tanta mão-de-obra disponível, a única razão que consigo imaginar para que as empresas locais tenham ido à falência é a imposição de um salário mínimo ou a existência de rígidas leis laborais. Como se assume que a "doutrina liberal" foi aplicada, volto a não entender a razão de depressão económica tão profunda que não permite que sejam criados novos empreendimentos ou que tenha levado os anteriores à ruína total.
"Agora as empresas e os edificios públicos têm webcams que são visualizadas por uma empresa indiana de Bangalore e que quando detectam um assalto em curso chamam a Polícia Privada de Segurança Pública (PPSP)"Se o país é liberal, como é possível que sejam instaladas webcams de vigilância em locais públicos?
O Blasfemistão é o único país signatário do Protocolo de AntiQuioto (...) Segundo este protocolo o país é obrigado a triplicar as emissões de gases poluentes todos os anos, feito que tem cumprido religiosamente através das importações massivas de gases em contentores vindos da Europa e dos EUA e da obrigação de cada blasfemo emitir oito metros quadrados de metano por dia. [sublinhados meus]Contrastando com isto:
"foram aplicados todos os sagrados dogmas da doutrina liberal"
«Classificado orgulhosamente como o "país liberal mais poluido do mundo", o Blasfemistão tem uma atmosfera tão densa que os transeuntes têm que andar na rua com uma catana e os 8 ricos do país só andam de metropolitano.»

"Espero que empregues tanta ou mais energia a tentar viver em consonância com a perspectiva particular que expões exaustivamente neste... enfim... Não há nada mais sagrado que a coerência."
"Ao contrário do Tiago, não me vou dignar a participar neste circo em que és a estrela principal e este comentário frugal , embora excessivo, será único."
"Ficarias surpreendido com o sucesso que fazes no mundo da comédia em vários espectros sociais, políticos e económicos. "
"Espero que nos continues a entreter... a nós, vasta massa de pessoas diminuidas intelectualmente sedentas do néctar divino que é o produto da actividade da tua mente superior."

O ano que está prestes a terminar foi mais um ano ainda difícil para muitas famílias e para muitas pessoas na sociedade portuguesa. Eu sei isso.
Mas este foi também um ano em que o País começou, finalmente, a enfrentar e a resolver os seus problemas.
Todos sabemos que o País não avança continuando a viver de ilusões e de sucessivos adiamentos. E sabemos também - sabemos todos - que há muitas coisas que é preciso mudar em Portugal para que possamos garantir aqui um futuro melhor, para nós e para os nossos filhos.
(...)
E estamos a fazê-lo com a coragem e com a determinação que são necessárias para levar o País para a frente. Para que a economia portuguesa possa melhorar e criar mais empregos. Para que os jovens tenham mais oportunidades. Para que haja menos desigualdades sociais. Para que possamos garantir o pagamento das pensões de reforma no futuro. Para que os nossos idosos vejam assegurado um rendimento que lhes permita viver com dignidade e não os condene mais à pobreza. Numa palavra, para que Portugal se volte a aproximar do nível de vida dos Países mais desenvolvidos da Europa.
É esse o nosso caminho. Sei bem que há quem considere que este não é o melhor momento para se estar no Governo. Mas, o meu sentimento é exactamente o contrário. Para mim é uma honra poder servir o meu País e os meus concidadãos neste preciso momento.
E tenho a profunda esperança - tenho mesmo a certeza - de que, com a compreensão e a cooperação de todos os portugueses de boa-vontade, Portugal vai ser capaz de vencer as dificuldades e vai ter um futuro melhor.É para isso que estamos a trabalhar e a dar o melhor do nosso esforço.
Nesta época de Natal, quero dirigir a todos os portugueses e a todas as famílias uma palavra de esperança.
Mas também uma palavra de solidariedade, sobretudo para os mais desfavorecidos, os mais pobres, os desempregados, os doentes e os que vivem na solidão.
Rigor, transparência e verdade têm de ser as palavras-chave no domínio das contas públicas. Rigor, desde logo, na despesa, porque essa é a forma última de garantir a sustentabilidade de longo prazo das contas públicas, de assegurar uma economia competitiva e de garantir o Estado Social.Sócrates fala em garantir a existência do Estado Social e, ao mesmo tempo, refere como medida prioritária a redução da pobreza e da desigualdade. Sabendo que o objectivo do Estado Social é precisamente este e este existe em Portugal, uma destas premissas tem de estar errada porque ou Sócrates deseja manter o Estado Social (e assim, agravar a pobreza e as desigualdades) ou deseja combatê-la e, para isso, conta com o desmantelamento do dito.
(...)
Quero reafirmar aqui que a opção do Governo que o povo sufragou envolve, também, um compromisso indeclinável na luta contra as desigualdades e contra a pobreza; e sobretudo contra a pobreza sem voz, que é a dos mais idosos.
(...)
Quero assumir, em nome do Governo, três grandes prioridades.
(...)
A terceira, reduzir decisivamente as desigualdades sociais e os níveis de pobreza.
O primeiro-ministro, José Sócrates, sofreu quinta-feira à tarde um estiramento num dos joelhos, após ter caído a praticar esqui numa estância de turismo na Suíça, disse hoje à Lusa fonte do gabinete do chefe do Governo.
(...)
José Sócrates partiu para a Suíça logo após o dia de Natal, acompanhado pelos seus filhos, devendo regressar a Portugal antes do fim do ano, entre sexta-feira e sábado.Excepção feita em 2004, em que entre o Natal e o fim do ano estava envo lvido na campanha para as legislativas, José Sócrates passa habitualmente alguns dias de férias neste período para praticar esqui.
Há várias conclusões a retirar destes factos:

É o Inverno mais frio dos últimos anos no Reino Unido
Há dois dias que a neve não pára de cair, no Reino Unido. Trata-se do Inverno mais frio dos últimos anos nas ilhas britânicas e as previsões apontam para uma nova descida da temperatura.
(...)
Segundo os meteorologistas, o pior ainda está para vir.
Com temperaturas de 6 graus negativos, as auto-estradas estão cobertas de gelo e de neve.
