
Desta vez, ao Super Flumina por 2 anos de actividade na blogosfera.
"In the universe there is never and nowhere stability and immobility. Change and transformation are essential features of life. Each state of affairs is transient; each age is an age of transition. In human life there is never calm and repose. Life is a process, not a perseverance in a status quo" -- Ludwig von Mises

"Francisco Louçã esteve, este sábado, no Porto para um encontro com os produtores culturais da cidade. O candidato considera que a democratização da cultura passa pelo fim do monopólio da Portugal Telecom (PT) no acesso rápido à Internet. Louça criticou ainda Cavaco Silva a propósito do hino de campanha do antigo primeiro-ministro."
Os suecos confiam mais na cadeia de lojas IKEA e no seu fundador, Ingvar Kamprad, que nos partidos políticos, no Governo, nos meios de comunicação e na União Europeia, segundo o "barómetro da credibilidade" hoje divulgado.
O estudo anualmente publicado pela Medieakademin resulta de 766 chamadas telefónicas realizadas pela Gallup e mede a credibilidade das instituições, dos meios de comunicação social, empresas e líderes.
O grupo sueco IKEA, também presente em Portugal desde Junho de 2004, com uma loja em Alfragide, aparece em primeiro lugar, com 75 pontos, numa escala até 100, seguindo-se uma cadeia de rádio.
Quanto à classificação dos líderes, os suecos são coerentes e colocam em primeiro lugar Ingvar Kamprad, fundador do IKEA, com 81 pontos.

O ministro de Estado e das Finanças, Teixeira dos Santos defende que é "insustentável" e "irresponsável" baixar os impostos sem que primeiro se reduza, de forma duradoura, o actual nível de despesa pública.
Na sessão de encerramento do debate da proposta do Governo de Orçamento do Estado (OE) para 2006, na Assembleia da República, Teixeira dos Santos referiu que "não ignoramos que é o nível da despesa que acaba por determinar o nível da fiscalidade".
"The proposed amendments [Bill of Economic Rights] would alter the conditions under which legislators — state or federal, as the case may be — by limiting the total amount they are authorized to appropriate. The amendments would give the government a limited budget, specified in advance."

"Hoje em dia é necessário ter em conta o potencial financeiro para concorrer a novas privatizações, mas há que ter algum cuidado na transferência dos centros de decisão para o estrangeiro", disse Cavaco Silva, considerando que a localização dos centros de decisão é importante em alguns momentos, nomeadamente " na capacidade de um país reagir em tempo de crise".O PD refere também que:
Na segunda-feira, o candidato apoiado pelo PS, Mário Soares, também fez referência à privatização de empresas públicas, considerado que agora "há privatizações a mais".
"Fui quem abriu a porta às privatizações, mas agora também acho que há privatizações a mais", afirmou Mário Soares, numa conferência de imprensa, em Santarém, defendendo a necessidade de "se pensar nas novas privatizações com muito escrúpulo, porque o Estado não pode ficar desarmado".
De olhos postos na Irlanda, que considera um modelo, pois “em apenas 30 anos tornou-se a economia mais dinâmica da Europa Ocidental”, afirmou em tom de brincadeira: “Os milagres nem sempre acontecem na religião, mas acontecem na economia”. Forbes destacou aquela que considera ser a fórmula crucial para o crescimento da economia irlandesa: travar o aumento dos impostos.
“Portugal não se deveria preocupar tanto com as repreensões da UE quanto ao défice”, até porque, defende, “a única forma de combater o défice é atraindo investimento para conseguir uma economia sólida”. Forbes sugeriu ainda uma maior concentração física dos serviços do Estado e a flexibilização das leis laborais. Quanto à ideia de que os portugueses não gostam de arriscar, o empresário acredita que “basta levantar a economia e surgirão pessoas dispostas a assumir o risco, vindas dos quadrantes mais improváveis”.
O empresário norte-americano e antigo candidato à presidência dos Estados Unidos, Steven Forbes, defendeu hoje que Portugal deve optar por uma taxa única de imposto sobre os rendimentos para que a economia possa crescer.
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"Sempre que reduzimos os impostos nos Estados Unidos, a economia cresceu e a receita fiscal aumentou", afirmou Steven Forbes.
No caso de Portugal, "só têm a perder a vossa pobreza", acrescentou ainda.
«No entender do Chefe de Estado, o país "não pode ter uma percentagem tão pequena de empresas" a investir em novas tecnologias ou em investigação ou não acolher em número suficiente cientistas ou doutorados.»